Introdução, realidade do Islamismo na Europa
A matéria abaixo fala do crescimento do islamismo e o recuo do cristianismo no mundo árabe. Aqui na Europa não é diferente, o número de cristãos diminui, as igrejas, tanto Luteranas quanto Católicas, históricamente as duas maiores representações do cristianismo, estão falindo literalmente, estão fechando suas portas, sendo vendidas e virando museus, prédios comerciais, teatros, etc.
Na França, Inglaterra, Itália e Alemanha, por exemplo, há uma quantidade imensa de emigrantes árabes, de diversos países da Ásia e África, Turcos, Marroquinos, Iranianos, Iraquianos, Sírios, Afegãos e outros. O crescimento deles aqui é proliferador. Os europeus não os vêem com bons olhos, pelos seguintes fatores: mesmo os que nasceram aqui, filhos de pais árabes, não se definem como europeu, mas conservam a cultura árabe muçulmana. Eles não se misturam em sua grande maioria; os bairros onde moram, em geral, são os mais violentos, sujos, e em alguns lugares na França, por exemplo, a polícia nem pode entrar mais, eles fazem suas próprias leis internas. Sabemos de mutios casos aqui, de moças que se apaixonam e pretendem se casar com um europeu e é assassinada pelo irmão mais velho ou pelo próprio pai, sob a alegação de ‘desonrar o nome da família’.
Intenção muçulmana na Europa
Não é raro vermos líderes do Islam afirmarem que sua intenção é transformar a Europa em uma Europa Árabe e Muculmana.
Temos visto aqui também eventos realizados em praças públicas, onde são feitos ‘apelos’ para a conversão ao Islamismo e, por incrível que pareça, aqui na Alemanha, muitos jovens tem entregue sua vida a Alah e se transformado em muçulmanos. Eles têm muitos filhos, enquanto uma família comum européia tem um filho, eles têm entre 4 a 7 filhos ou mais. O líder Líbio Muamar Kadafi, antes de morrer, afirmou que os árabes tomarão o mundo sem armas e violência, mas, proliferando-se…
Resumo: constatação e esperança cristã
Enquanto os cristãos se misturam com a cultura mundial e assimilam uma forma de vida secular, sem preocupação com o que pregam, ou seja, não vivem o que pregam, mas vivem um cristianismo hipócrita e sem substância, os muçulmanos levam muito a sério a sua religião. Não perdem sua ideologia e sua identidade, são radicais em sua essência religiosa. A impressão que temos é de que eles vaõ prevalecer e dominar realmente o mundo. Mas, entenda uma coisa:
Jesus afirmou que nos últimos tempos estas coisas iriam realmente acontecer. Quando afirmamos que Jesus está voltando, que haverá um avivamento no mundo antes de sua vinda, que o ‘mundo’ se converterá a Ele, inclusive os judeus, isto não quer dizer que isto será uma coisa televisionada, propagada aos 4 ventos da terra ou que será em 100% dos moradores deste planeta. NÃO penso que será assim.
Está havendo sim, uma mudança, mas ela é individual, também acontece nas famílias, nas casas. Muitos tem virado muçulmanos, mas muitos tem se convertido a Jesus Cristo. Não espere que isto vá sair em jornais, que o crescimento de igrejas irá acontecer, Não penso que será assim. Há sim, um encontro das pessoas com a eternidade através de Jesus Cristo, Talvez muitos destes, anônimos nascidos de novo, não farão parte de um rol de membresia de uma igreja, mas aprenderão a viver uma vida piedosa sendo ensinados muitas vezes pelo próprio Espírito Santo apenas. Aqui na Europa há cidades, bairros que não possuem uma igreja cristã sequer; porém, Deus sempre tem uma ‘carta na manga’, conserva seu remanescente, sempre tem uma família que teme ao Senhor e, estes fazem cultos em suas casas, falam do amor de Deus aos seus vizinhos. É como na morte de Jesus, lembra-se? Parecia que tudo estava perdido, que acobara-se as esperanças, até os discípulos demaiaram ante aqueles acontecimentos, mas, ao terceiro dia nosso Senhor Ressuscitou. Aleluias! Creio que nestes últimos dias será assim também, quando parece que perdemos a batalha, o Senhor está trabalhando durante a noite e pela manhã virá o livramento!
Penso, que a colheita será muito parecida com a de Atos, nas casas, no seio das famílias, nas mesas dos escritórios, onde muitos terão acesso pela internet a um testemunho, a uma literatura bíblica e ali, no silêncio de suas almas entregarão seus caminhos ao autor da vida.
Não haverá alarde, será quietinho, no silêncio, mas haverá salvação, aliás, já está havendo. Enquanto em muitos países há proibições aos cristãos, persseguições aos líderes, mas ninguém pode deter uma revolução interna, no coração de outra pessoa.
Nós que ainda fazemos parte de uma igreja livre, não podemos deixar de orar pelos que são presos, persseguidos pelo mundo afora. Jesus está voltando irmãos, atentemos a esta realidade e façamos a nossa parte, testemunhando o amor de Deus onde estivermos. Viva a Bíblia e deixe o livro de Atos continuar sendo escrito através de você! Lá, em Atos, em Jerusalém, a Igreja, os irmãos que se reuniam de casa em casa foram persseguidos, mas assim eles mais cresceram e influenciaram o mundo. Para mim, o avivamento dos ultimos tempos será parecido com aquele, mas, será ainda maior, pois no mundo hoje existem muitos milhares de cristãos.
ROMA, 3 dez 2011 (AFP) -O crescimento do islamismo no mundo árabe preocupa os cristãos do Oriente e seus aliados ocidentais estão divididos entre o desejo de defendê-los abertamente e evitar seu estigma.
A dificuldade de prever a saída da atual fase transitória foi destacada durante um colóquio, organizado esta semana, pelo Centro Cultural Francês de Roma. No Egito, na Tunísia, na Líbia, no Marrocos, na Síria, no Iêmen e no Iraque, o islamismo está avançando e as ameaças salafistas incitam os cristãos a emigrar. Vários religiosos, sobretudo libaneses, que assistiam ao colóquio tomaram a palavra para prever “um futuro negro” e um deles chegou até a expressar seu temor de um genocídio de cristãos.
Como 30 e 40 mil coptas já abandonaram o Egito desde o mês de março, todos os participantes no colóquio lembraram que a partida dos cristãos serve à causa dos islâmicos e empobrece a diversidade da região. Uma saída maciça seria uma catástrofe, segundo o monsenhor Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Interreligioso que pediu às comunidades presentes que, diante do aparecimento do Islã, permaneçam no mesmo lugar.
“Para isso é necessário visitá-los, não dar a eles a impressão de que estão isolados”, aconselhou. O monsenhor Tauran enfatizou também a importância do diálogo interreligioso. “Nas muito difíceis condições atuais, só o diálogo pode nos salvar”. Este “ex-ministro das Relações Exteriores” do Vaticano aconselhou aos cristãos do Oriente “não ficar repetindo muito que são uma minoria”. “São uma minoria que conta”, enfatizou.
Se, por um lado, o cristão continua sendo, com frequência, “um cidadão de segunda categoria”, as elites árabes são sensíveis ao papel que desempenham as escolas e universidades católicas onde seus filhos costumam estudar, observou. Os cristãos desempenham, da mesma forma, segundo ele, um reconhecido papel de facilitadores na crise e de ponte com o Ocidente.
Uma preocupação maior surge da frequente ausência de estatuto jurídico dos cristãos, segundo o monsenhor Tauran. Inclusive na Jordânia, observou, onde as coisas funcionam bem graças à proteção do rei, “não temos em mãos nenhum documento, nenhum acordo” se a situação se modificar. Para Joseph Maila, diretor dos assuntos religiosos da chancelaria francesa, “apesar das revoluções árabes terem surgido em nome dos valores universais”, as declarações de alguns novos dirigentes “são inquietantes”.
O que pode fazer a França, antiga potência do Oriente Médio? A linguagem sobre a proteção dos cristãos do Oriente já foi superada e se concentrar em uma comunidade pode ser contraproducente: “não os protegemos, nos preocupamos com indivíduos que são perseguidos por suas convicções religiosas”, disse. fonte: terra.com
